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Este país não é para todos...

por lady magenta, em 01.07.12

 

Depois de noticías veiculadas na comunicação social, relativamente a este assunto , cabe-me dizer o seguinte;

 

- Os vigilantes que prestam serviço nas instalações do Centro de Instalação Temporária do aeroporto de Lisboa, apenas foram contratados para assegurar a vigilância das instalações do mesmo, e isto consta do contrato individual de trabalho dos mesmos, bem como do contrato feito entre as duas entidades, S.E.F. e a empresa Prestibel.

 

- Nenhum vigilante recebe ou recebeu alguma vez, luvas para deixar escapar fosse que "prisioneiro" fosse...Mas também, e volto a repetir, as funções de cada vigilante, não contemplam a segurança de evadidos perigosos, traficantes e homicidas.

 

- Os parcos 600,00 € que recebem de vencimento, não são o suficiente para que arrisquem as suas vidas, ao terem de fazer o papel de guardas prisionais quando muitos dos que lá trabalham nem sequer fizeram o serviço militar obrigatório.

 

- O Sr. Acácio Pereira, presidente do Sindicato dos Funcionários de Investigação do SEF, salienta e bem, que é necessário dotar Lisboa com um centro de detenção igual ao que existe no Porto (o único do país), uma vez que as actuais instalações do aeroporto da Portela foram concebidas apenas para acolher imigrantes cuja entrada no país foi vedada e não delinquentes, como é o caso dos dois que se evadiram. E eu por mim digo, que o Sr. tem razão.

 

- E digo também que o M.A.I. em vez de pagar por cada vigilante mais de 2.000.00 € à empresa Prestibel, se lhes desse formação e os "absorvesse" como vigilantes do S.E.F. dando-lhes a devida formação, teria muito mais a ganhar... E isto meus amigos, está contemplado na lei, lei essa que foi publicada em Diário da República, no ano de 2008...

 

- Assiste-me ainda dizer de minha justiça, que não sou funcionária nem da empresa Prestibel, nem do M.A.I. nem do S.E.F., no entanto conheço bem quem lá trabalha e acho de uma profunda injustiça que a comunicação social, nas pessoas dos Srs. jornalista que veicularam esta e outras notícias do género, não se tenham dignado a entrevistar um único funcionário da empresa Prestibel, para que lhes prestasse esclarecimentos, resolveram no entanto, ouvir "alguém" que lhes contou histórias da carochinha como bem entendeu...

 

Portanto amigos, este é o país e o jornalismo que temos...

 

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publicado às 10:51



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